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Veja quem são os finalistas do Festival do Samba-Enredo, neste sábado; Setor 1 participa do júri

Abre-alas da Mangueira 2019 – Fernando Grilli/Riotur

Os maiores 41 sambas-enredo da história, eleitos pelo público e um júri formado por especialistas e jornalistas, estarão na final do Festival do Samba-Enredo, promovido pela Rádio Arquibancada, neste sábado, 5, às 13h. A live que definirá os campeões será transmitida pelo canal da rádio no YouTube.

Evandro Malandro (Grande Rio), Thiago Brito (Acadêmicos do Cubango), Zé Paulo Sierra (Viradouro) e Leonardo Bessa (Tucuruvi) cantarão as obras, tocadas pelo grupo Samba do Gui Salgueiro, formado por Guilherme Salgueiro (cavaco), Joãozinho do pandeiro, Allan Porciúncula (violão), Guido Ventapane (surdo) e Polinho (tantam).

O repertório foi escolhido após dois meses de debates e votações, em oito lives com eleições divididas por décadas. O jornalista Romulo Tesi, do Setor 1, ajudou a eleger os sambas dos anos 2010, e está entre os jurados da final, junto do historiador Luiz Antonio Simas, o escritor Alberto Mussa e os jornalistas, Aloy Jupiara, Aydano André Motta, Cláudio Brito, Leonardo Bruno, Fábio Fabato. A equipa da Rádio Arquibancada participará com um voto consensual de Anderson Baltar e Chico Frota e o Conselho Superior do Festival, formado pela pesquisadora Rachel Valença e pela jornalista Inês Valença.

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Cada jurado elegerá 10 sambas, com a pontuação distribuída das seguinte forma: 10 pontos para o primeiro, nove para o segundo e assim, sucessivamente, até o décimo colocado receber um. No caso de uma lista sem ordem de preferência, cada obra receberá cinco pontos.

O público também poderá votar no site da Rádio Arquibancada, com pontuação valendo em dobro.

Os vencedores serão definidos de acordo com a pontuação geral.

Veja a lista de finalistas:

Tupy de Bráz de Pina 1961 – Seca no Nordeste
Império Serrano 1964 – Aquarela brasileira
Salgueiro 1964 – Chico Rei
Império Serrano 1965 – Os cinco bailes da história do Rio
Unidos de Lucas 1968 – Sublime Pergaminho
Império Serrano 1969 – Heróis da Liberdade
Portela 1970 – Lendas e mistérios da Amazônia
Vila Isabel 1972 – Onde o Brasil aprendeu a liberdade
Em Cima da Hora 1976 – Os Sertões
Império Serrano 1976 – A lenda das sereias
União da Ilha 1977 – Domingo
Imperatriz 1980 – O que que a Bahia tem
Portela 1981 – Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite
União da Ilha 1982 – É Hoje
Império Serrano 1982 – Bumbum Paticumbum Prugrurundum
Unidos da Ponte 1983 – E ele verão a Deus
Império Serrano 1983 – Mãe baiana mãe
Portela 1984 – Contos de Areia
Mocidade 1985 – Ziriguidum 2001
Vila Isabel 1988 – Kizomba, a festa da raça
Mangueira 1988 – 100 anos de liberdade, realidade ou ilusão?
Imperatriz 1989 – Liberdade, liberdade
Estácio 1993 – A dança da lua
Grande Rio 1994 – Os santos que a África não viu
Portela 1995 – Gosto que me enrosco
Império Serrano 1996 – Verás que um filho teu não foge à luta
União da Ilha 1998 – Fatumbi, Ilha de Todos os Santos
Unidos da Tijuca 1999 – O Dono da Terra
Beija-Flor 2001 – A saga de Agotime
Mangueira 2002 – Brasil com Z…
Imperatriz 2005 – Uma delirante confusão fabulística
Império Serrano 2006 – O Império do Divino
Imperatriz 2008 – João e Marias
Vila Isabel 2012 – Você semba lá… Que eu sambo cá! O canto livre de Angola”
Portela 2012 – …E o povo na rua cantando… É feito uma reza, um ritual…
Vila Isabel 2013 – A Vila canta o celeiro do mundo…
Viradouro 2016 – O Alabê de Jerusalém, a saga de Ogundana!
Mocidade 2017 – As mil e uma noites de uma “Mocidade prá lá de Marrakesh”
Tuiuti 2018 – Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?
Mangueira 2019 – História para ninar gente grande
Grande Rio 2020 – Tata Londirá: o Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias

Romulo Tesi

Romulo Tesi Jornalista carioca, criado na Penha, residente em São Paulo desde 2009 e pai da Malu. Nasci meses antes do Bumbum Paticumbum Prugurundum imperiano de Aluisio Machado, Beto Sem Braço e Rosa Magalhães, em um dia de Vasco x Flamengo, num hospital das Cinco Bocas de Olaria, pertinho da Rua Bariri e a uma caminhada do Cacique de Ramos, do outro lado da linha do trem. Por aí virei gente. E aqui é o meu, o nosso espaço para falar de samba e Carnaval.

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